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Pr. Edmundo Felix
A festa dos Tabernáculos estava sendo realizada em um hotel em Jerusalém e mais de 80 nações estavam representadas naquele grande auditório.O mover de Deus na adoração, nos louvores e ministração da Palavra era abundante. As nações se misturavam e maravilhosamente cantavam em sua língua natal louvores a Deus. Cada grupo com sua cultura, maneira de dançar, adorar e louvar, instrumentos musicais diferentes, roupas diferentes. Imaginei a cena de Apocalipse, onde povos de todas as nações, tribos, raças e línguas estarão diante do trono do Cordeiro adorando e louvando O que Vive para Sempre: Jesus Cristo. Absorvido em minhas meditações observava do local onde estava, no balcão ou galeria, a multidão abaixo regozijando no Senhor. Fui imediatamente arrancado a realidade quando anunciaram o nome de um homem, Ariel Sharon. Ele assumiu a plataforma e a palavra, falou da tomada de Jerusalém Oriental, a euforia que tiveram quando chegaram ao muro das lamentações, seu sonho em ver Israel livre do terrorismo e do jugo. Eu via aquele homem robusto falando com vigor e força e comecei imaginar a força que estava por traz de Israel, as profecias relacionadas com aquele povo, quando de súbito, ouvi uma voz audível que disse: Desça e vai até a plataforma, pegue na mão de Ariel Sharon e o abençoe, porque ele será o futuro primeiro ministro de Israel, eu tenho um obra para ele por ele ser linha dura com minha terra”. Fiquei parado, pensando como eu poderia tocar aquele homem que estava sendo guardado por seguranças armados com metralhadoras, filmado pelas câmeras da televisão Israelense e assediado pela imprensa, organizadores do evento e curiosos. Lembrei que alguns meses antes do primeiro ministro Israelense Isaque Rabin ser assassinado, estive com um grupo orando enfrente a sua casa em Jerusalém, e em seguida fui para Belém e ao entrar na cidade vi as bandeiras Palestina e Israelense acima erguidas juntas e o governo fazia negociações de tornar Belém e Autonomia Palestina quando nitidamente, como naquela reunião, eu ouvi que algo ruim aconteceria com Isaque Rabin, porem eu não falei nada e nem orei pelo assunto. Agora estava eu novamente em Jerusalém, um simples
brasileiro, morador de Belo Horizonte, um ilustre desconhecido, sendo
desafiado mais uma vez a profetizar sobre um homem que Deus me dizia que
seria o futuro primeiro ministro de Israel. Sem entender muito como cumprir
esse desafio, desci do balcão e sai forçando passagem no
meio da multidão, até chegar de frente para a plataforma.
Quando cheguei naquela posição, Ariel Sharon parou de falar,
os seguranças se colocaram ao seu lado e a imprensa se aproximou
para entrevistá-lo. Ele desceu e tomou o rumo onde eu estava, e
quando chegou de frente para mim, ele parou e me olhou... eu estendi a
mão para ele, e ele pegou a minha mão, apertou com força
e eu disse: Qual foi a minha alegria quando ele foi escolhido e se tornou primeiro ministro de Israel, que tem um papel fundamental para o processo do cumprimento profético sobre aquela nação nesses últimos dias! Eu não sou profeta, alguns que me conhecem dizem que sim, mas eu sei que não sou, porém naquele dia Deus queria me usar, talvez porque os seus profetas estavam muito ocupados. Que Deus use a sua vida para abençoar a nação
de Israel e ajudá-la cumprir o propósito de Deus cabalmente!
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